Para empresas de Teresina e do interior do Piauí que já passaram do ponto da planilha e não se encaixaram no ERP de prateleira. Um sistema que segue o processo que a sua equipe já usa — em vez de obrigar a equipe a seguir o processo do software.
Se essa pessoa sai de férias e a operação trava, o problema deixou de ser de ferramenta e virou risco de continuidade do negócio.
Quando existem a planilha nova, a final e a final revisada, todo relatório vira discussão sobre qual arquivo estava certo — e decisão tomada em cima de dado que ninguém confia.
Retrabalho manual entre sistemas é o custo mais fácil de calcular: horas por semana vezes o custo da hora. Normalmente é o que sozinho justifica o investimento.
Acompanhamos como o trabalho acontece hoje, incluindo os contornos que ninguém documentou. É esse processo que vira sistema — não uma versão idealizada dele.
Começamos pelo processo que mais dói: pedido, estoque ou ordem de serviço. O resto continua na planilha até o primeiro estar rodando bem.
Planilha aceita qualquer coisa; sistema não. Data impossível, cliente duplicado e valor fora da faixa passam a ser barrados antes de virarem prejuízo.
As perguntas que hoje levam meia hora de tabela dinâmica passam a ter resposta em uma tela — e exportação para quem ainda quiser trabalhar no Excel.
Sistema de gestão é o tipo de projeto que dá errado quando quem programa nunca viu a operação funcionando. Estar em Teresina permite passar um dia no balcão, no depósito ou na oficina antes de desenhar a tela — e isso costuma mudar metade das decisões de interface.
Depois que entra em produção, a proximidade continua importando: mudança de regra fiscal, período de pico e ajuste de processo aparecem sem aviso, e o time que atende precisa responder em horas, não em semanas.
30 minutos, sem proposta no fim da chamada. Se a gente não for o time certo, dizemos — e indicamos quem é.