← blog

Quanto custa um site profissional em 2026 (e por que os orçamentos variam tanto)

Toda semana alguém nos manda um print de três orçamentos com valores muito diferentes para o mesmo pedido e pergunta qual está certo. Geralmente os três estão — eles só não estão orçando a mesma coisa.

O que faz o preço variar

Um site institucional de cinco páginas, feito em template, com texto que o cliente entrega pronto, é um trabalho de dias. Um site que precisa de conteúdo escrito do zero, integração com CRM, área logada, formulários que caem no sistema interno e performance boa o suficiente para ranquear é outro projeto — e o segundo não vira o primeiro só porque o cliente pediu "um site".

As três variáveis que mais mexem no valor:

  • Quem escreve o conteúdo. Texto é a parte mais subestimada de qualquer site. Se o cliente não entrega, alguém precisa escrever — e isso é trabalho.
  • Quantas integrações existem. Cada sistema externo que precisa conversar com o site é uma superfície nova para testar e manter.
  • Se existe área logada. Login muda o projeto de categoria: entra autenticação, permissão, recuperação de senha, proteção de dados.

A faixa realista

Estas são as faixas que vemos praticadas em Teresina e no interior do Piauí em 2026 — no Sudeste, some de 30% a 50%:

  • Landing page única, conteúdo entregue pelo cliente: R$ 2.000 a R$ 5.000.
  • Site institucional com blog, SEO configurado e formulários integrados: R$ 6.000 a R$ 15.000.
  • Site com área logada, painel administrativo ou catálogo dinâmico: a partir de R$ 18.000.

Abaixo da primeira faixa, quase sempre é template revendido sem ajuste. Não é golpe — é outro produto, e para muita gente ele resolve.

O custo que não aparece na proposta

Depois do lançamento vem hospedagem, domínio, certificado, atualização de dependência, correção de bug e mudança de conteúdo. Proposta que não menciona nada disso não é mais barata: ela só empurrou o custo para depois, geralmente para um momento em que você não tem mais o contato de quem fez.

Pergunte sempre três coisas antes de fechar: quem hospeda, quem tem acesso ao código e quanto custa mudar uma página daqui a seis meses. Escrevemos em detalhe sobre o que deveria estar num contrato de manutenção — e vale ler antes de assinar.

Se o que você precisa é exatamente isso, veja como trabalhamos em criação de sites em Teresina.

Regra prática: compare propostas pelo que elas incluem depois do lançamento, não pelo número que está na primeira página.