Somos uma software house em Teresina que constrói sistemas sob medida para empresas do Piauí e de fora. Quando o processo da sua operação tem uma regra que nenhum software de prateleira cobre direito, é aqui que essa regra vira código.
O resto vira planilha paralela, grupo de WhatsApp e retrabalho. Quando os contornos custam mais que a ferramenta, a conta já virou.
SaaS cobrado por usuário transforma crescimento em custo. Um sistema próprio é investimento único mais manutenção, e não pune a empresa por contratar.
Financeiro num lugar, operação em outro, e alguém digitando o mesmo dado duas vezes. Integração bem feita costuma se pagar só com as horas que devolve.
Uma conversa de 30 minutos e, se fizer sentido, um levantamento curto e pago. Ninguém consegue orçar honestamente um sistema no segundo dia de conversa.
Cortamos o escopo até caber numa entrega curta, com o fluxo principal funcionando de ponta a ponta. Validar cedo é mais barato que acertar tarde.
Você vê o sistema funcionando toda sexta, mesmo quando a semana rendeu pouco. É o que impede a descoberta tardia de que o rumo estava errado.
Três meses de garantia sobre o que foi entregue e manutenção mensal opcional, com monitoramento e backup testado. Quem responde o chamado é quem escreveu o código.
A diferença técnica que justificava buscar fornecedor no Sudeste deixou de existir na maior parte dos projetos de sistema empresarial. Repositório versionado, entrega contínua, revisão de código e demonstração semanal são o mesmo padrão, e o custo de operação aqui é menor — o que aparece direto no orçamento.
O que continua sendo vantagem local é a disponibilidade: time daqui tem menos cliente por pessoa, responde mais rápido quando algo quebra em produção, e continua alcançável no ano seguinte. Em projeto de software, continuidade vale mais do que quase todo o resto.
30 minutos, sem proposta no fim da chamada. Se a gente não for o time certo, dizemos — e indicamos quem é.